Estratégia & Governança
Estruturação de processos decisórios, planejamento, indicadores, governança, riscos e integração entre estratégia e execução.
FELIPE SARDENBERG — Fortaleza · Brasil
Executivo de projetos e operações com mais de 20 anos de experiência em construção civil, incorporação e desenvolvimento imobiliário. Atua na integração entre estratégia e execução, conectando desenvolvimento de produtos, projetos, obras, operações, processos e governança.
Arquiteto e Urbanista · Mestre em Administração · Doutor em Arquitetura e Urbanismo
Estratégia Projetos Operações Pesquisa Arte
Atuação
Quatro frentes complementares organizam uma prática voltada a decisões, entregas e resultados.
Estruturação de processos decisórios, planejamento, indicadores, governança, riscos e integração entre estratégia e execução.
Gestão de projetos, programas e portfólios, desenvolvimento de produtos, planejamento, acompanhamento executivo e coordenação multidisciplinar.
Gestão de processos, qualidade, assistência técnica, desempenho operacional, melhoria contínua e integração entre áreas técnicas e de negócio.
Desenvolvimento de empreendimentos, análise de viabilidade, terrenos, produtos, contratos e articulação entre áreas técnicas, comerciais, jurídicas e institucionais.
Em números
20+
anos de experiência profissional30+
projetos acompanhados simultaneamente em estruturas de portfólio30+
profissionais em equipes multidisciplinares lideradas10+
anos de experiência docente no ensino superiorProjeto autoral
Ferramentas e experimentos desenvolvidos a partir de problemas concretos da prática profissional.
Public Beta
Ferramenta experimental que organiza premissas, cenários e evidências econômico-financeiras para apoiar análises preliminares de viabilidade imobiliária.
Insights
Projetos · Governança
Quando comecei a trabalhar diretamente com gestão de projetos, lá por volta de 2011, a prática ainda era fortemente marcada pela lógica da tríplice restrição: escopo, prazo e custo, apesar do próprio PMBOK estar tratando sobre integração, riscos, comunicação, pessoas e qualidade, mas, no cotidiano de muitas organizações, a gestão frequentemente acabava reduzida unicamente a cronograma, orçamento e cobrança de entregas.
01Inteligência artificial · Trabalho
Há alguns meses venho percebendo uma situação curiosa nas conversas sobre inteligência artificial dentro das empresas pois, quase sempre chegamos rapidamente ao mesmo tipo de exemplo: uma análise que antes levava horas agora pode ser feita em minutos, uma apresentação que consumia uma tarde inteira ficou pronta em meia hora, uma pesquisa que exigia dias de trabalho passou a ser realizada em poucas etapas. São ganhos reais e não dá para desprezá-los. Mas o que me interessa aqui é o que acontece depois.
02Gestão · Prioridades
É muito comum na realidade de diversas empresas o fato de pedir alguma coisa “com urgência” perdeu completamente o significado. Quase tudo é urgente. O relatório é urgente, a apresentação é urgente, a contratação é urgente, a aprovação é urgente e a reunião que apareceu há meia hora também precisa acontecer agora. Depois de algum tempo funcionando assim, fica difícil saber o que realmente mereceria essa classificação.
03Governança · Informação
Deu “M.”. E agora? Todo mundo já percebeu. O problema está ali e, de “gerente pra baixo”, todos estão apavorados. Só que, até chegar ao gerente, do gerente pro diretor e do diretor pro conselho, a informação vai mudando a cada degrau que ela sobe. O que lá no início começou a aparecer como um atraso que comprometerá todo um cronograma, alguns níveis acima virou um ponto de atenção; mais perto da diretoria apareceu como um risco sob controle e, quando finalmente chegou à mesa de quem tinha poder para interferir, já havia pouco tempo para fazer qualquer coisa.
04Governança · Decisão
Existe uma cena comum nas organizações. Um gestor recebe um problema, reúne as informações necessárias, conversa com quem precisa conversar, chega a uma conclusão plausível e, quando aparentemente “só” falta decidir, surge a pergunta: “quem é que vai validar?”
05Competência · Aprendizagem
Foi daí que comecei a pensar numa diferença que, a princípio, parece meramente semântica, mas não é: uma coisa é saber fazer alguma coisa; outra é saber o que se está fazendo.
06Inteligência Artificial · Trabalho
A inteligência artificial está nos obrigando a rever não só quem executa cada tarefa, mas como se constrói experiência no início da vida profissional.
07Governança · Gestão
Uma reflexão sobre responsabilidade, autoridade, influência e os mecanismos de governança necessários para que gestores consigam responder pelos resultados que lhes são atribuídos.
08Desenvolvimento de Produtos · Gestão
Uma reflexão sobre maturidade de definição, processos decisórios e o custo de iniciar a execução antes que produto, projeto e responsabilidades estejam suficientemente desenvolvidos.
09Pesquisa
2018Mestrado
2026Doutorado
Minha pesquisa acompanha transformações do próprio campo profissional. No mestrado, investiguei como a inovação era percebida e incorporada pela construção civil. No doutorado, ampliei essa reflexão para os efeitos da inteligência artificial sobre a arquitetura, o trabalho, a autoria e a prática de projeto.
Tese disponível também em formato de podcast.
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Território permanente
A arte ocupa um território diferente na minha trajetória. Se no trabalho profissional meu esforço é organizar problemas, estruturar decisões e reduzir incertezas, na pintura faço quase o movimento inverso: aceito a ambiguidade, a matéria, o gesto e o acaso. Não é um intervalo da vida profissional, mas um contraponto permanente, outra forma de observar, experimentar e construir sentido.
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